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SOBRE A IPIRANGA   HISTÓRIA  
HISTÓRIA
MARCA DE PIONEIROS
Quando foi criada uma pequena refinaria de petróleo há 70 anos, muita gente pensou que ela seria vencida pela forte concorrência e pelas adversidades do mercado. E adversidades não faltaram. A Ipiranga enfrentou uma Guerra Mundial, mudanças na política econômica, falta de matéria-prima e disputa com multinacionais. Na década de 40, por causa da 2ª Grande Guerra, a Refinaria chegou a paralisar suas atividades, realizando apenas serviços de manutenção.
CRIANDO RAÍZES
Com as medidas legais restritivas provocadas pela guerra, a sobrevivência da Ipiranga dependia de providências rápidas e criativas. E para driblar a proibição de importação de solventes, tornou-se sua própria fornecedora, criando a primeira unidade para fabricação de solventes no país.

Nos tempos do pós-guerra, o Brasil ainda era um país pouco urbanizado, a indústria engatinhava e o mercado de derivados de petróleo era modesto. A intuição da Ipiranga dizia que era o momento de continuar investindo. E ainda na década de 40, tornou-se a primeira empresa a produzir asfalto no Brasil.

A década de 50 traz Getúlio Vargas de volta à presidência e a inauguração das novas instalações da Refinaria Ipiranga. Com a morte de Getúlio, Juscelino Kubitscheck é eleito presidente do Brasil. O lema do governo? “Cinqüenta anos em cinco”. Na Ipiranga não foi diferente. Contrariando a lógica de mercado, a Ipiranga comprava uma multinacional. Em 2 de maio de 1959, era assinado o contrato de aquisição da Gulf Oil Corporation no Brasil. Nascia a Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga.

A década de 60 pontua o crescimento e a consolidação da Ipiranga como um grande sucesso empresarial. Mas em outubro de 1973, uma notícia surpreendeu o mundo. Sem aviso prévio, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) elevou em mais de 300% o preço do barril de petróleo – de 2,591 para 10,952 dólares. Era o primeiro "choque do petróleo", causando temores generalizados quanto ao abastecimento de combustíveis e fragilizando toda a economia mundial. O choque pegou o país e a economia brasileira na contramão.

A CONQUISTA DO BRASIL
Antecipando-se de certa forma às imposições do cenário macroeconômico, a Ipiranga vinha aos poucos redimensionando suas áreas de atuação e abrindo novas frentes de mercado.

Hotéis, couro, agropecuária, pescados e transportes eram alguns dos novos negócios do grupo, que chegaram a concentrar mais de trinta empresas. Mas o grande investimento da Ipiranga se deu mesmo na indústria petroquímica.

NASCE UM GIGANTE
A chegada da década de 90 trouxe também novos desafios. O avanço da globalização aguçou a concorrência e aprofundou as exigências de eficiência e competitividade na economia mundial. Para ficar mais forte e mais ágil, a Ipiranga repensou sua estratégia de diversificação, preparando-se para acelerar ainda mais o crescimento.

Em outubro de 1993, a capa da revista Exame trazia uma chamada surpreendente: a notícia da compra da Atlantic pela Ipiranga. Depois da compra da Gulf, a Ipiranga repetia o feito na década de 90. O fato histórico, comparado pelo periódico ao nascimento de um gigante, acabaria se transformando no marco definidor da trajetória de ajustamento e expansão da Ipiranga.

FASE ATUAL

No ano de 2007, a Ipiranga passou por uma nova fase. A Ultrapar, um dos maiores conglomerados privados do Brasil, firmou acordos para a aquisição dos ativos de distribuição de combustíveis e lubrificantes da Ipiranga localizados nas Regiões Sul e Sudeste. Resultado: a marca Ipiranga, sinônimo de tradição e qualidade, manteve-se forte nestas regiões.

Em Abril de 2009, a Ultrapar realizou novas aquisições. Com a compra da Texaco pela Ultrapar, a Ipiranga aumentou a sua rede em 2 mil postos de combustíveis, totalizando, desde então, 5,5 mil postos de combustíveis com abrangência em todo o território nacional.

A incorporação dos postos Texaco nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte permitiu à Ipiranga atender com maior eficiência clientes com operações e necessidades em escala nacional. Com isso, a Ipiranga voltou a ter acesso a regiões de altas taxas de crescimento de consumo. Os ganhos de escala gerados pela união entre Ipiranga e Texaco resultaram em serviços de melhor qualidade e em maior competitividade para todos os postos da rede, com benefícios para o consumidor.

Atualmente, a rede Ipiranga conta com mais de 70 mil funcionários nos postos Ipiranga e Texaco. É a maior empresa privada do segmento de distribuição de combustíveis no Brasil e a segunda entre todas as distribuidoras. Seus postos são voltados a atender às necessidades diárias dos consumidores, ofertando desde combustíveis e lubrificantes até produtos de conveniência. São mil lojas am/pm e 640 unidades Jet Oil, serviços automotivos especializados, instalados em postos Ipiranga.

E não parou por ai. Com vocação declarada para o varejo, a Ipiranga se diferenciou por meio da diversificação de produtos e serviços. Lançada em 2009, a loja virtual da Ipiranga, o Ipirangashop.com, é um exemplo disso. Criada para facilitar a vida do cliente, ela permite que consumidores possam comprar produtos que vão desde eletroeletrônicos e unidades domésticas a artigos infantis, entre outros.

Outra iniciativa pioneira no segmento foi o lançamento, também em 2009, do Programa de Fidelidade Km de Vantagens. Com ele, cada compra efetuada na rede de postos Ipiranga, lojas am/pm, Jet Oil e Ipirangashop.com é convertida em Km de Vantagens que podem ser trocados por ofertas especiais.

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